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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mais memórias VHS

Olá mana!

Ontem à noite estava a ver TV e ao mudar de canal fui dar à RTP Memória... ora, estava a dar um filme antigo, era em francês e era sobre o Ali Babá... e de repente, lembrei-me de um outro filme que também tínhamos gravado nas nossas VHS:

The Prince Who Was a Thief (O Príncipe Ladrão)

Lembraste não é? Claro que sim! No youtube não encontrei nada... ;(

Entretanto, enquanto estava a pesquisar O Príncipe Ladrão, lembrei-me de mais alguns.

Olha este, por exemplo, http://www.youtube.com/watch?v=4B_c1mXlG9o (tens de lá ir ver pois não deixam incorporar o vídeo).

Então e esta nossa amiga... também tínhamos alguns filmes dela gravados:



E o Manimal que a mãe gostava tanto de ver:


Ainda ando a investigar sobre mais uma gravação que me lembrei mas ainda não deu frutos...

Beijocas grandes!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Filmes para entreter velhinhos e relíquias em VHS

Olá mana!

Acho que esta é uma das nossas "maravilhosas expressões" mais maravilhosa: "filmes para entreter velhinhos". Lembro-me de usar isso frequentemente. Sempre que vejo um filme velhote a dar na tv lá vai. Ainda no outro dia pensei isso quando estava a virar os canais numa sessão de super zapping: "olha, um filme para entreter velhinhos". Hehehe E também me faz recordar aqueles filmes que o canal 2 da espanhola passava lá para as 11 da noite, a preto e branco, traduzidos com legendas amarelas canário (o que era raro, visto que os espanhóis traduzem tudo verbalmente)...

E vem mesmo a calhar, pois eu, desde o post da "tv memorizada", que ando feita louca à procura de um filme que me lembrei que tu gostavas muito, mas que não conseguia encontrar de maneira nenhuma através do título em português (que era o que eu me lembrava). Já estava a ficar piursa. Até já tinha mandado emails para a Cinemateca Portuguesa e para os Arquivos da RTP (os quais, já agora, não me responderam... obrigadinho macacos! informo agora, às 16h10m, que já me responderam, obrigado), para um clube de video online (que também não me respondeu... obrigadinho macacos! informo agora, às 16h10m, que já me responderam, obrigado) e para uma bloguista que tinha no perfil dela que esse era um dos seus filmes preferidos (a qual amavelmente me respondeu, e que curiosamente também tinha gravado o filme da RTP num VHS, tal como tu tinhas, mas que o perdeu... o nosso ficou bolorento... no fundo também se "perdeu", mas que me relembrou as personagens) Ora então: uma freira loura, um militar, um fim trágico,... já sabes qual é?

Pois, só hoje é que consegui encontrar uma imagem desse filme, e até que enfim, pois estava mesmo piursona... já estava a duvidar das minhas capacidades de pesquisa no google...


Enfim, missão completa. Lembras-te do filme n'est pas? No youtube não encontrei quase nada, mas achei uma entrevista com o actor que logo nos primeiros minutos tem uma cena do filme, já dá para recordar: http://www.youtube.com/watch?v=qmqNYaINZV8

Entretanto lembrei-me de outra das nossas relíquias em VHS, este sim eu vi "n" vezes... e encontrei no YouTube... mais uma vez é pena não estar traduzido em português, pois está lá inteirinho, mas também dá para relembrar. Só cheguei lá por causa da Isabella Rossellini...



Ah... mas o próximo está! Está em brasileiro, o nosso era legendado. Também vimos este muitas vezes. Este também está inteiro, é só ir seguindo as partes.



Mas este foi sem dúvida aquele que quase gastámos a fita da cassete:



E até podes cantar a canção... ainda me lembrava de algumas partes da primeira canção:

"What would you do without us? 
No worries, no chores & no fuss 
You'd spend the day feeling so glum 
You'd waste away; life would be hum-drum 
With no one to keep in line 

Excuse me, but that would be fine 

What would she do without me? 
(And me) 
We give her a reason to be 
The comb I lose, she helps me find 
When I can't choose, she makes up my mind 
Without us to keep in line... 

Excuse me, I'd like to decline 
I'd spend the day embroidering flowers... 

She'd be so bored that she'd fall asleep 
I'd rad a book and go dancing for hours... 

She'd pass the time counting sheep 
Without us to keep in line 
What would she do without 
What would we do without 
What would you do without- 

The question is... 
What would you do without me? 
With no one to bring you your tea 
What would you eat? 
What would you wear? 

Where would you go? 
You'd never get there 
You need me to keep you in line 

Excuse us, but that would be fine 

To comb my hair... 
To bring me my ale... 
To dust my chair... 

And straighten my veil... 
To hook my dress... 

To find who knows what 

I must confess, I'd rather not 

Without us to keep in line 
With nobody's life to design 
Then, my life would be mine 
What would she do without 
What would we do without 
What would you do without 

Me? 

Him? 

Her? 

Them? 

Us? 

Without us? "

As outras músicas estão aqui: http://filmpassion.siteboard.de/filmpassion-about385.html

Beijocas, beijocas e mais beijocas

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O Pai Tirano


O Pai Tirano, um filme de António Lopes Ribeiro

Sinopse: 
A tempestuosa paixão de um jovem amador dramático, Francisco Mega (Ribeirinho), caixeiro dos Grandes Armazens Grandela, por uma simpática empregada da Perfumaria da Moda, Tatão (Leonor Maia), cinéfila incondicional assediada por Artur de Castro (Arthur Duarte), um cínico sedutor.
Ficha Técnica: 

Realização: António Lopes Ribeiro
Argumento: António Lopes Ribeiro, Francisco Ribeiro e Vasco Santana
Produtor: António Lopes Ribeiro
Ano: 1941
Género: Comédia
Duração: 118’

Elenco:
Vasco Santana (José Santana)
Francisco Ribeiro– Ribeirinho (Francisco Mega)
Leonor Maia (Tatão)
Graça Maria (Gracinha)
Teresa Gomes (Teresa),
Luísa Durão (D. Cândida)
Laura Alves (Laurinha)
Nelly Esteves (Júlia)
Idalina de Oliveira (Idalina)
Arthur Duarte (Artur de Castro)
(entre outros)



Algumas Citações

"Isto é fundamental" - usada constantemente por Santana.
"Oh inclemência! Oh martírio! Estará por ventura periclitante a saúde desse nobre e querido menino que eu ajudei a criar?" - a única fala de Sr. Seixas na peça (onde faz de Criado), que é ouvida nas alturas em que ele aparece a despropósito em palco e no palacete.
"Oh seu cavalo!! Então você foi-me pôr em cena o telefone verdadeiro???" - Santana para Sr. Machado (o Contra-regra) depois de na peça se ter feito chamada para a Polícia e Bombeiros e o telefone em cena não ser de adereço...
Acrescento:
"Nem tu, velha carcaça, escaparás ao meu ódio!"
"Ai que engraçado!"
"Ó Chico!"
"Alimpe-se a este guardanapo."
"...alimentando-se exclusivamente de vegetais, segue a lei sã da natureza"

"Para além dos méritos do script - O Pai Tirano - é basicamente um filme de argumento - três actores geniais: Ribeirinho, Vasco Santana e Teresa Gomes - ajudaram poderosamente a levar este curiosíssimo exemplo de teatro filmado e de filme teatral (o argumento funciona tanto sobre a representação de uma peça como sobre a oposição teatro/cinema no interior da representação que a envolve) à quintessência do género. O resto (...) é uma questão de timing e aí chapeau para Lopes Ribeiro, na melhor prestação da sua carreira."
João Bénard da Costa, in Histórias do Cinema, col. Sínteses da Cultura Portuguesa, Europália 91, ed. Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1991.

retirado: http://www.amordeperdicao.pt/basedados_filmes.asp?FilmeID=235

Para ver online sempre que quisermos:





A cena do relógio. Uma das nossas preferidas!








sábado, 9 de outubro de 2010

Caminhos e mistérios

Hehehe, sempre doida mana. Foi a magia do nº7!

Pois realmente parece que o nº 7 é verdadeiramente um número bastante venerado. Adorei especialmente aquelas curiosidades matemáticas... puseram-me logo a sonhar com os meus dias de "matematiquices" do secundário e universidade... às vezes penso que essa poderia ter sido a minha via alternativa caso não me tivessem apresentado àquele Spectrum velhinho que tantas horas de companhia me fez, primeiro com alguns jogos e depois com as maravilhas da programação que fui descobrindo em modo auto-didacta. Acho que foi ele que me fez adicionar um novo caminho às minhas opções futuras, e o bicho foi tão forte que acabou por me levar para as informáticas... e fez ele muito bem! Hehehe... curioso, acho que o spectrum é uma das minhas borboletas na minha teoria do caos.

Entretanto já consegui ver o tal filme de que te tinha falado. É um bocadinho "dark", mas é muito interessante... e é daquele género que chegas ao fim e queres ver novamente para confirmar se a história bate realmente certo.. tipo "Sexto Sentido". Gira à volta da questão de voltar ao passado e alterar coisas que se vão depois repercutir no futuro... e acabei de descobrir agora no YouTube que tinha 4 finais alternativos, um deles (o que o director queria) que é completamente diferente do que foi lançado no filme. Isto de fazer filmes tem que se lhe diga. Deve ser giro fazer vários finais alternativos e depois ver qual é o que fica melhor mediante a história... e aquele que irá agradar mais ao público, claro, que isso conta muito para arrecadar as massas nas bilheteiras. Eu gosto muito de finais felizes, mas acho que há filmes que precisam mesmo de acabar mal... e que sem isso não tinham o mesmo impacto. E normalmente são estes que ficam mais facilmente marcados na nossa memória. Pelo menos comigo é assim. Olha, nunca mais me esqueço daquele filme do Frankenstein que vi (foi em 2004... já lá vão... chiscas... tinha 16 anos), que por sinal gostei muito, mas que nunca mais vi... (talvez um dia destes o relembre). Teve um final muito triste mas ficou aqui marcado no toutiço!
Nós também sempre tivemos um fraquinho por estas coisas dos monstros, fantasmas, vampiros, ovnis ... e outros do mesmo ramo. São assuntos que dão muito que pensar e como nós gostamos muito de pensar... é perfeito! Ainda no outro dia me lembrei de uns livros que o Tio João nos tinha emprestado quando eu era pequena. Um era sobre o Triângulo das Bermudas e o outro era um livro pequeno, com capa dourada e acho que também tinha um gato preto na capa, que acho que era sobre mitos e coisas dessas... ainda devem estar lá na prateleira dos livros do quartinho... ou se calhar já foram para o caixote com uma crise de "mycophyta".

Beijões aos milhões

Post Scriptum: "Aquila non captat muscas"... Andei a investigar umas expressões em latim e achei esta engraçada.