quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Móooooooooooooo
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Portuglês e Alienígenas: a combinação perfeita!
Desde já um muito obrigado pelo esclarecimento das vogais e consoantes. Eu também achava que o y seria vogal e o k e w consoantes, mas andei a ler e vi outros sites onde diziam que o w podia ser considerado umas vezes vogais e outras consoante conforme a palavra por causa do som... então comecei a ficar baralhada... e tens toda a razão quando dizes que não precisamos delas... acho que só as incluíram para não terem de fazer uma versão portuguesa de algumas palavras estrangeiras... a preguiça é grande. Bem sei que cada vez mais, especialmente agora que a internet é um meio de comunicação tão globalizado, as palavras estrangeiras são cada vez mais utilizadas na sua forma de origem, mas isso também faz com que percamos a cada palavra estrangeira um pouco da nossa língua... Bem, no fundo acho que faz tudo parte da evolução das línguas, a mistura e inserção de novas palavras... mas se só as utilizarmos e não as adaptarmos ao nosso idioma, daqui a nada falamos "portuglês". Oficialmente, (acho que) esta palavra não existe, mas daqui a uns anos é capaz de aparecer no dicionário.
E olha que essa de que a ordem do alfabeto foi de origem militar também não fazia ideia... se bem que pensando bem, quase tudo hoje em dia surge via militar ou para servir a mesma, a tecnologia então... e infelizmente se assim não fosse havia muita coisa que não existia. Se calhar algumas até era bom não existirem, mas outras iam fazer falta. Olha a Internet por exemplo. Também surgiu da necessidade de comunicação e armazenamento de informação da agência militar dos EUA no tempo da Guerra Fria. Felizmente, as coisas mantiveram-se calmas e depois eles decidiram utilizar o projecto para outros fins, especialmente educacionais, e a pouco e pouco começou a alastrar... até chegar ao que é hoje: uma rede que liga todo o mundo!
Achei a tua questão muito pertinente: "Quem sabe o que vai na cabeça dos terramotos?". Esta pergunta dava um bom título para um livro ou filme. ;P
Quanto à questão dos Crop Circles não tenho boas notícias. É verdade que são formas de arte assombrosas e que parecem ser feitas por seres de outro planeta, mas a verdade é que há seres deste planeta que conseguem fazer essas obras de arte e que têm técnicas muito bem definidas... e até têm páginas na Internet. Esta -» http://www.circlemakers.org/ é de um grupo que se dedica a fazer estas belas obras, muitas delas pedidas por empresas para comemorações, lançamentos,... quando lhes dá a gana. Na wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADrculos_nas_planta%C3%A7%C3%B5es não dão muita luz sobre o assunto mas fiquei curiosa por saber que existe um documentário do National Geographic sobre o assunto. O certo é que há muitos desenhos que não foram reivindicados por ninguém, e são esses que provocam as dúvidas de muitas pessoas. Pessoalmente, sabendo que há pessoas que os conseguem realizar, acredito que sejam antes obra de terráqueos e não de naves alienígenas (agora se esses terráqueos têm ou não espírito de alienígenas já é outro assunto!!! ;P ). É que com tantos Crop Circles que aparecem por ano, não me digas que ainda não tinham visto nenhuma das naves... era só porem umas câmaras de vigilância naquela zona em que normalmente aparecem mais... Vou ver se consigo encontrar o documentário do National Geographic. Deve ser interessante.
Entretanto, página puxa página, não sei como, cheguei novamente ao efeito borboleta e descobri que há 3 filmes com histórias baseadas nesta teoria: Efeito Borboleta, Eleito Borboleta 2 e Efeito Borboleta 3. Estive a ver o trailer do primeiro no Youtube (http://www.youtube.com/watch?v=u5dVQfzjDS4) e parece-me interessante... vou ver se consigo saber mais... o filme já é de 2004 por isso já andou por aí à venda.
E que bom foi recordar o Juan Luis Guerra! Passei uma data de tempo a ouvir estas e outras das suas músicas. Também gosto muito das "Estrellitas e Duendes". E fiquei a saber que ele canta uma música em dueto com o Enrique Iglésias e é bem fixe. Aqui fica:
Hehehe, lembrei-me de uma música maluca que também só cantávamos o refrão. Mais uma para o nosso repertório...
domingo, 3 de outubro de 2010
Taj Mahal visto por dentro...
sábado, 2 de outubro de 2010
A magia do 7
Expressões como "pintar o sete", "sete é conta de mentiroso", "sete anos de azar" são nossas conhecidas desde a infância. Nossas e de nossos antepassados, pois desde épocas remotas o número 7 faz parte da sabedoria popular, devido às propriedades "mágicas" que lhe são atribuídas. O 7 e o 13 são números aos quais estão associadas as ideias de sorte e azar.
Por essa razão, são preferidos ou detestados pelos jogadores, para quem a superstição é uma lei.
A mística do número 7 talvez tenha a sua origem nos primeiros cálculos de astronomia feitos pelos antigos sacerdotes e astrólogos para calcular os calendários. Em seus estudos, eles perceberam que o ano solar de 365 dias era divisível em 52 períodos de 7 dias cada um, sobrando um dia. Foi assim que surgiram as semanas e, quem sabe, os mistérios em torno do número 7.
O número 7 sempre teve um papel importante na cultura ocidental. Já na antiguidade ele aparece nas sete maravilhas do mundo, nos sete heróis gregos, nos sete sábios da Grécia, nas sete colinas de Roma e em uma série de outros fatos. Também na religião sua presença é constante: os sete dias da criação do mundo, os sete pecados capitais, os sete sacramentos etc.
Embora suas propriedades mágicas possam ser discutidas, matematicamente o número 7 tem várias propriedades admiráveis e indiscutíveis. Com base na fracção 1/7, por exemplo, podem ser feitas relações muito interessantes. Em sua forma decimal, que é 0,142857142857... os algarismos 142857 repetem-se infinitamente nessa mesma ordem. Multiplicando-se o número 142857 pelos seis primeiros números reais obtém-se este curioso resultado:
142857 X 1 = 142857
142857 X 3 = 428571
142857 X 2 = 285714
142857 X 6 = 857142
142857 X 4 = 571428
142857 X 5 = 714285
Como você pode observar, todos esses produtos são formados pelos mesmos algarismos, que apenas se repetem em ordem diferente. Isso em matemática é chamado de "permutação", e o número 142857 é o único menor do que 1000000 cujas permutações são números múltiplos dele próprio.
Analisando-se os seis produtos obtidos acima, percebe-se que as colunas verticais de algarismos (do 1º ao 6º), da esquerda para a direita, são exatamente iguais às colunas horizontais de algarismos (do 1º ao 6º) de cima para baixo. Esta é apenas uma das curiosas relações matemáticas que podem ser obtidas a partir do número 7.
Enquanto houver matemáticos curiosos e jogadores supersticiosos, o número 7 não perderá seus encantos. E também enquanto houver crianças, pois sua mística vem sendo transmitida de geração para geração em várias histórias infantis, como na de Branca de Neve e os Sete Anões.
http://www.alumiar.com/educacao/40-geral/317-umnumeromagico.html
Se repararmos bem o sete aparece-nos com bastante frequência e um pouco por todo o lado, não fosse ele um número mágico!!! :DDD
jinhos 88888 7s
Maravilhas Medievais
http://academiafinanceira.vilabol.uol.com.br/inexplicados/7medieval/setemedievais.htm
Crop Circles
Não sabia que tão recentemente tinham aparecido novos desenhos nas searas!!! Tu sabias disto mana?!
Manas gemas no País das Maravilhas
Rever os Moais lembrou-me também os desenhos das cearas que são atribuídos aos extraterrestres, e fui ter a estas páginas :)))
http://blogdovaldikim.com.br/?p=8363
Lê tb o comentário feito pelo Paulo Battaglin (mais abaixo na página)
http://blogdovaldikim.com.br/?p=13294
Vou agora investigar sobre as maravilhas medievais, fiquei curiosa ;D :D
Bjinhos intergalácticos
Patchwork instalado
Vogais e consoantes
A ordem que foi adoptada agora foi a do alfabeto internacional.
A Alfa
B Bravo
C Charlie
D Delta
E Eco
F Fox
G Golf
H Hotel
I India
J Juliete
K Kilo
L Lima
M Mike
N November
O Oscar
P Papa
Q Quebec
R Romeu
S Sierra
T Tango
U Uniform
V Vitor
W Whisky
X X-ray
Y Yankee
Z Zulu
Antes da II Guerra Mundial não existia um alfabeto fonético comum, excepto para uso militar embora cada serviço tivesse o seu, o que como se pode calcular gerava uma grande confusão. Em 1941 com a eminência da entrada dos EUA no conflito, tornou-se óbvio que era necessário encontrar um alfabeto comum, que viesse a permitir um entendimento concertado no campo de batalha.
Embora fosse grande a rivalidade entre os diversos serviços, e depois de várias
tentativas sem sucesso de conciliar as ideias de todos os intervenientes, foi tomada uma decisão drástica.
Convidados os responsáveis dos vários serviços para uma reunião no MIT (Instituto de Tecnologia do Massachusetts), uma vez no local foram reunidos numa enorme sala com grandes quadros, imensos lápis, resmas de papel e um dicionário por pessoa, sendo-lhes comunicado que seriam servidas três refeições diárias e que a porta da sala estaria fechada durante os restantes períodos, bem como não seria permitida a saída de ninguém enquanto não fosse adoptado um alfabeto aceite por cada serviço!
O tempo que isto levou a resolver não temos conhecimento, no entanto esta decisão, levou ao aparecimento do Alfabeto Fonético JAN (Joint Army/Navy), com que os Estados Unidos da América entraram na IIª Guerra Mundial.
Este alfabeto embora não fosse perfeito, pois existiam de facto algumas dificuldades de compreensão de várias letras por parte de alguns Exércitos Aliados, foi sem dúvida de grande utilidade para as comunicações militares.
Depois de terminada a Guerra, houve tempo suficiente para absorver os ensinamentos adquiridos e fazer um alfabeto melhor.
No entanto nenhum teve sucesso até que entrou em campo a ICAO (Organização
Internacional da Aviação Comercial), que necessitava de adoptar um alfabeto para utilização nas comunicações da emergente indústria Aeronáutica e criou o seu próprio alfabeto fonético.
O alfabeto fonético que hoje conhecemos foi adoptado pela ITU (Organização Internacional das Telecomunicações), organismo onde são elaborados os regulamentos Internacionais das Radiocomunicações.
Embora o alfabeto não seja perfeito, funciona…e constitui uma ferramenta inquestionável nas comunicações por voz, sendo utilizado nos mais variados serviços civis e militares.
Mesmo nas comunicações em FM ( Frequência Modelada) em que a qualidade do
áudio é geralmente muito boa, a utilização correcta do alfabeto fonético permite a detecção de qualquer erro de compreensão na transmissão de uma qualquer
mensagem.
Arquivo Histórico do Rádio Amador Português em http://ahrap.no.sapo.pt
http://ct1end.netpower.pt/ficheiros/alfabeto_internacional_fonetico.pdf
Portanto, como vês, os especialistas em linguagem e fonética não tiveram nada a ver com a ordem das letras no alfabeto... :P
Entretanto consultei o nosso dicionário azul e vermelho, o Grande Dicionário da Língua Portuguesa de Cândido de Figueiredo e lá diz que o que eu pensava está correcto, indica K e W como consoantes e Y como a nossa sexta vogal.
Beijokinhas 8
Post Scriptum - Sim, lembro-me dessa professora, foi minha professora de Francês no 10.º, eu estava sentada ao fundo da sala e ela só falava com os alunos da frente... não aprendi quase nada porque faziam muito barulho e ela falava muito baixo, só lhe ouvia a voz quando gritava para mandar calar. Para dar as notas tb funcionava da mesma forma, os alunos da frente tinham as melhores notas e os de trás... Eu tive 11. Ainda bem que só foi minha professora um ano.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
k y w : vogais ou consoantes?
Beijocas para a minha professora de Português mais quida do mundo. (E por falar em Professora de Português, lembras-te da "Esfregona"? Tanto tu como eu tivemos aulas com ela no Secundário...)